Quantas torres de iluminação solar a sua operação precisa
A conta começa em uma divisão simples e termina na planta. Abaixo está a estimativa rápida, os seis fatores que mudam o número na prática e o que a engenharia confere de graça antes de você cotar.
Comece pela área a cobrir
Informe a área em metros quadrados. O resultado é o piso da estimativa: o número mínimo para a área, antes de somar obstáculo e formato do terreno.
Sem referência de tamanho? Use um dos exemplos:
A área onde a equipe trabalha e circula à noite, não a área total do terreno.
Estimativa por área, com base na cobertura de 2.800 m² por equipamento. Não é projeto luminotécnico.
Seis fatores que mudam o número real
Dividir área por cobertura acerta a ordem de grandeza e erra o detalhe. Estes são os seis itens que a engenharia olha na planta antes de fechar a quantidade.
Formato do terreno
A cobertura de 2.800 m² pressupõe área aproximadamente aberta. Terreno comprido e estreito (frente de rodovia, esteira, corredor de pátio) consome mais torres para a mesma área, porque o limite passa a ser o alcance longitudinal e não o total.
Obstáculo e sombra
Laje, talude, pilha de material, contêiner e equipamento parado geram sombra. Cada barreira relevante costuma pedir uma torre a mais ou um reposicionamento, não um aumento de potência.
Tipo de tarefa
Circulação de pessoas e veículos exige menos iluminância que leitura de instrumento, solda, conferência de documento e inspeção. Área com tarefa de precisão precisa de torre mais próxima.
Altura útil do mastro
O mastro de 6 m define o raio útil. Quanto mais alto o ponto de luz, maior a área coberta e mais suave a sombra. É por isso que baixar o mastro para fugir de vento reduz a cobertura.
Horas por noite
A autonomia de 30 h sem sol é a reserva para os dias de baixa captação. Operação que precisa de luz por mais horas que isso, sem janela de recarga, muda o dimensionamento e pode indicar diesel.
Refletor ligado ou parcial
São 4 refletores LED. Nem toda operação precisa dos quatro acesos: desligar parte deles estende a autonomia e é prática comum em ponto de vigilância, onde basta presença de luz.
Quatro passos até o número final
Meça a área que precisa de luz
Não a área do terreno, e sim a área onde a equipe efetivamente trabalha e circula à noite. Esse é o erro mais comum e o que mais infla orçamento.
Divida por 2.800 m²
É a cobertura de uma ECO 300. O resultado arredondado para cima é o piso da estimativa, nunca o número final.
Some o que a planta mostra
Uma torre a mais por sombra relevante, por vão entre frentes separadas e por área de tarefa de precisão.
Confirme com a engenharia
Manda a planta ou a descrição da frente. A conferência sai em até 2 horas úteis e não custa nada.
Watt não mede área. A ECO 300 soma 300 W em 4 refletores LED num mastro de 6 m e cobre 2.800 m². É menos potência que um único refletor de 600 W, e mais área. Quem define a cobertura é a altura do ponto de luz e a distribuição em vários pontos, não a potência instalada.
O dimensionamento muda por aplicação: veja o critério específico de canteiro de obras, mineração, eventos e rodovias.
Sobre o dimensionamento
Para as especificações que entram na conta, abra a ficha técnica. Para decidir o modelo, veja solar ou diesel.
Uma torre cobre mesmo 2.800 m²?
É melhor uma torre potente ou várias espalhadas?
Posso começar com menos e aumentar depois?
Vocês fazem projeto luminotécnico?
A estimativa serve para edital e licitação?
Manda a planta que a gente confere
A conferência do dimensionamento é gratuita e não obriga a nada. Se a estimativa estiver alta, a gente avisa. Resposta em até 2 horas úteis.