Onde a torre de iluminação solar substitui a diesel
A ECO 300 não serve para toda operação noturna — serve para as que apagam ao amanhecer. Abaixo estão os quatro cenários em que ela costuma ser a escolha certa, e o critério para saber se o seu é um deles.

Canteiro de obras
Jornada noturna dentro da NR-18 sem gerador ligado ao lado da equipe a noite inteira.
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Mineração
Frente de lavra e pátio longe da rede, sem caminhão-tanque subindo a cava para abastecer.
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Eventos
Área de público e bastidor iluminados em silêncio, sem cabo de gerador cruzando o piso.
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Rodovias e obras de arte
Frente de serviço noturna sinalizada, com a torre operando sozinha entre as passagens da equipe.
Ver aplicaçãoQuatro perguntas que decidem antes do setor
O setor da operação importa menos que estas quatro respostas. Uma obra pode ser caso de diesel e uma mineração pode ser caso de solar — o que muda é a autonomia exigida, a distância da rede e a restrição do local.
A operação é noturna, não ininterrupta
A ECO 300 tem 30 h sem sol. Ela acende ao anoitecer e apaga ao amanhecer, e recarrega durante o dia. Se a frente opera 24 horas seguidas sem janela de recarga, o caso é diesel.
O ponto é longe da rede
Quanto mais caro for levar um litro de diesel até o ponto, maior a diferença a favor da solar. Em frente remota, o custo do combustível não é o preço na bomba: é o caminhão, o motorista e a hora parada.
Existe restrição de ruído ou emissão
Obra urbana à noite, hospital, condomínio, área de fauna ou licença ambiental com condicionante de emissão. Aqui a solar não é economia, é viabilidade.
O contrato é longo
Em poucos dias o diesel costuma sair na frente. Em meses, o combustível e a manutenção do motor passam a pesar mais que a locação do equipamento.
Não achou a sua operação na lista?
Descreve a frente de serviço que a engenharia diz se a ECO 300 atende ou se o caso é diesel. Resposta em até 2 horas úteis.