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Torre de Iluminação Solar
Eventos

Torre de iluminação solar em evento: ilumina sem o motor ligado

Em evento, a torre a diesel obriga a escolher entre iluminar bem e não ter ruído perto das pessoas. A solar tira essa escolha da mesa — e ainda dispensa cabo atravessando o piso.

O que muda na operação

Quatro problemas que deixam de existir

Silêncio onde tem público

Gerador de torre a diesel fica ligado a noite toda ao lado de quem está no evento. Sem motor, a torre não compete com o som do palco nem obriga a esconder o equipamento longe da área que ele precisa iluminar.

Sem cabo cruzando a circulação

Cada torre é autônoma. Não há extensão atravessando o piso do público, canaleta para proteger cabo nem quadro provisório dedicado só para iluminação de apoio.

Sem escapamento perto das pessoas

Em área de público, bastidor e camarim, o escapamento no nível do piso é problema real. Equipamento que não queima combustível resolve isso sem precisar de afastamento mínimo.

Montagem e desmontagem rápidas

A torre chega rebocável, é posicionada, o mastro sobe e está operando. Não há espera por ligação elétrica, o que importa quando a janela de montagem é de horas.

Zonas do evento

As áreas que quase sempre ficam sem projeto

O palco tem projeto de luz. O resto do terreno costuma ser resolvido no dia — e é onde acontece quase todo incidente de circulação.

Estacionamento e acesso

A área que mais gera reclamação e risco no fim do evento, e a que costuma receber menos projeto de iluminação.

Bastidor e produção

Trás de palco, área técnica e fluxo de carga e descarga, onde a equipe trabalha até depois do público sair.

Área de alimentação

Praça de food trucks e mesas, onde a luz precisa ser suficiente para circular sem estourar o clima do evento.

Perímetro e portaria

Fila de entrada, revista e cercamento, onde a visibilidade é requisito de segurança e de controle de acesso.

Desmontagem noturna

A fase em que o palco já apagou e a equipe continua trabalhando — normalmente sem nenhuma luz planejada.

Camping e área externa

Festival com pernoite, onde o gerador ligado a noite inteira é inviável perto de quem está dormindo.

Torres de iluminação solar ECO 300 instaladas na área externa de um evento
Torre de iluminação solar ECO 300 iluminando área de público à noite
Perguntas frequentes

O que a produção pergunta antes

Para comparar com o gerador que você já usa,veja o comparativo por critério. Para a ficha completa do equipamento, abra a ficha técnica.

Quantas torres um evento precisa?
Cada ECO 300 cobre 2.800 m² com 4 refletores LED num mastro de 6 m. Para evento, o cálculo costuma ser por zona — estacionamento, bastidor, alimentação — e não pela área total do terreno.
A torre aguenta do início do evento até a desmontagem?
São 30 h sem sol de autonomia. Isso cobre um evento de um dia com a desmontagem noturna inclusa. Em festival de vários dias seguidos, a recarga acontece durante o dia, entre as operações.
Dá para locar só para o fim de semana?
Sim. A locação por diária é o formato mais comum em evento, com entrega na montagem e retirada depois da desmontagem. Vale reservar com antecedência em temporada cheia.
A luz é branca demais para o clima do evento?
São 4 refletores LED de LED, orientáveis no mastro. Para área de público, o ajuste normal é direcionar para o piso e para a circulação, e não para o campo de visão de quem está sentado.
Precisa de gerador de apoio junto?
Não para a torre. Ela é independente da estrutura elétrica do evento — o que costuma liberar capacidade do gerador principal para som, palco e cozinha.
O erro mais comum

Iluminar o palco e esquecer a saída

Todo evento tem projeto de luz para o palco e quase nenhum tem para o estacionamento. O resultado é conhecido: o show acaba, dez mil pessoas saem ao mesmo tempo e caminham no escuro até o carro. É onde acontece a queda, o atrito e a reclamação que sobra para a produção.

A conta de quantas torres alugar para um evento não é pela área total do terreno, e sim por zona: estacionamento, fila de entrada, praça de alimentação, bastidor e o trecho de desmontagem. Cada uma tem exigência diferente — circulação pede bem menos luz que conferência de documento na portaria.

O segundo erro é orientar o refletor para o campo de visão de quem está sentado. A luz de apoio precisa cair no piso e na circulação; apontada para as pessoas, ela estoura o clima do evento e ainda ofusca. Para entender o alcance real de cada ponto de luz, vale lerquantos metros ilumina um refletor.

Manda a planta do terreno e as zonas a cobrir

Área, dias de evento e janela de montagem. A resposta vem com o número de torres e a diária. Resposta em até 2 horas úteis.